Olhos nos olhos, quero ver o que você faz
Ao sentir que sem você eu passo bem demais.
Olhos nos olhos, quero ver o que você diz
Quero ver como suporta me ver tão feliz.
Você me bagunça e tumultua tudo em mim, essa moça ousa, musa, abusa de todo meu sim, você me bagunça e tumultua tudo em mim, e ainda joga baixo, eu acho, nem sei, só sei que foi assim. Assimila, dissimula, afronta, apronta, diz: “carrega-me nos abraços”, lapida-me a pedra bruta, insulta, assalta-me os textos, os traços, me desapropria o rumo, o prumo, juro me padeço com você, me desassossega, rega a alma, roga a calma em minha travessia, outro “porquê”, parece que o coração carece e diz: “PARA!” Silencia, se embrulha e se embaralha, reconsiderar o ar, o andar , nossa absolvição, a escuta e a fala, nos amorizar o dia, fio, corredor, a calçada, o passeio e a sala, se perder sem se podar e se importar comigo, aprender você sem te prender comigo.
Difícil precisar quanto preciso